Uma oficina pra entender e transformar.
A gente não se relaciona do jeito que se relaciona por acaso.
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Existe uma história por trás. Um modelo de amor que foi construído ao longo dos séculos e que molda, até hoje, o que a gente espera de uma relação, o que a gente acha que é amor, e o que a gente aceita em nome dele.
Essa oficina nasce da minha dissertação de mestrado e da minha prática clínica como terapeuta de casais.
E ela se move em dois tempos:
Primeiro, a gente entende. De onde vem esse modelo de amor romântico, por que ele pesa mais nas mulheres, e quais são as opressões sutis que vivemos dentro das relações, aquelas que a gente nem percebe que são opressões.
Depois, a gente transforma. Com ferramentas práticas pra aprender a dizer não, a abrir mão do controle, a desagradar, a identificar o que você quer, a bancar seus desejos, e a construir relações mais horizontais, em vez de relações em que você sempre é a que cede.
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Descentralizar o amor romântico não é parar de amar. É viver relações mais leves, mais autênticas e mais suas.
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Ela é pra você que quer
✓ Entender a história das relações afetivas, como o amor romântico foi construído e por que ele funciona do jeito que funciona hoje.
✓ Identificar as opressões sutis que existem nas suas relações; aquelas que você sente, mas não consegue nomear.
✓ Ferramentas práticas pra aprender a dizer não, a abrir mão do controle e a desagradar sem culpa.
✓ Clareza sobre o que você quer, e como bancar seus desejos em vez de ser passiva nas suas relações.
✓ Um caminho pra construir relações mais horizontais, em que amar não significa se anular.
✓ Uma roda de partilha com outras mulheres vivendo o mesmo, porque escutar outras histórias destrava as nossas.

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